O monitoramento realizado logo após a proibição já indica sinais animadores de recuperação ecológica, como o aumento da biomassa de peixes e uma maior diversidade de espécies. A proibição da pesca integra a estratégia mais ampla de conservação da China, voltada a reverter a degradação ambiental acumulada ao longo de décadas.
Além da proibição da pesca, outras medidas de conservação também ajudaram a impulsionar a resposta do ecossistema, incluindo a redução do tráfego de embarcações e a restauração de faixas de proteção ripária. A toninha-sem-nadadeira do Yangtzé, o único mamífero de água doce ainda existente no rio, apresentou melhora populacional: entre 2017 e 2022, seu número aumentou em cerca de um terço. Para que essa recuperação se sustente no longo prazo, será indispensável manter a gestão contínua e reforçar a proteção ecológica.
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